Rex, Lux, Dux, Pax Depósito da Fé

Catena Áurea de São Tomás de Aquino

Evangelho de Jesus Cristo Segundo São Meteus

A seguinte compilação não começo introduzindo os livros dos Santos Padres mas, partir de certa data, alguns poucos autores introduziram-nos. Os editores dos últimos trabalhos têm publicados em um formulário separado, com a certeza de que aqueles que subscreveram as traduções dos Tratados de todo os teólogos católicos antigos, não vai sentir-se desvalorizados, ou prejudicado, no uso desta forma criteriosa e bela da seleção de cada um deles. Os editores referem-se, no prefácio que segue, alguns contam da natureza e da excelências característica da obra, que é identificada como útil no estudo principalmente dos Evangelhos, por ser bem adaptada para leitura em família, e cheio de ensinamento para aqueles que estão envolvidos na instrução religios.

CATENA PATRUM que significa uma sequência ou uma série de trechos selecionados dos escritos de vários Padres[1], e dispostos para a explicação de alguma parte das Escrituras, como os Salmos e os Evangelhos. As Catenas parecem ter se originado nos curtas explicações ou glosas que eram habitualmente colocados nos Manuscritos das Escrituras ao introduzir entre as linhas ou na margem, talvez à imitação das explicações sobre os autores profanos. Estes, como o passar do tempo, foram sendo gradativamente ampliada, e as passagens da homilia ou sermões dos Padres sobre as Escrituras adicionados a eles. Os comentários das Escrituras no começo tinham sido por sua natureza discursiva, eram passadas de boca em boca pelas pessoas, e foram conservadas os secretários (monges copistas) e assim preservados, Enquanto o tradicional ensino da Igreja ainda preservaram o vigor e vivacidade da origem Apostólica, e falava com exatidão e correção, para imprimir uma imagem correta da mente do Escritor Cristão, permitindo livre utilização dos textos Sagrados, e admitindo introduzir seus próprios comentários, e suas espontâneas e individuais moções, com toda segurança, no entanto, ele deverá seguir os ditames de seus próprios pensamentos no desdobramento das palavras das Sagradas Escrituras, expondo o seguro deposito da verdade católica, sem ultrapassar os limites da verdade e da sobriedade. Assim, embora os primeiros Padres manifestem um acordo notável nos princípios e conteúdo de sua interpretação, têm, ao mesmo tempo um pensamento e forma distintos, com que cada um pode ser diferenciados uns dos outros. Por volta do século 6º ou 7º esta originalidade desaparece; o ensino oral ou tradicional, o que permitiu a aplicação individual do mestre, tornou-se rígido na tradição escrita, e daí em diante há um caráter invariável uniforme, bem com conteúdo da interpretação das Escrituras. Talvez nós não erraríamos pondo São Gregório Magno como o último dos Comentaristas dos originais; para entretanto muito dos numerosos comentários dos livros da Escritura continuou sendo escrito pelos doutores mais eminentes nos seus próprios nomes, provavelmente nem uma interpretação de qualquer parte importância seria achada neles que não possa ser encontrada em alguma fonte mais antigas. De forma que todos os mais recentes comentários são de fato Catenas ou seleções dos Santos Padres, eles se apresentam expressamente na forma de citações dos volumes deles, na forma de “Lectio Divina” ou nos comentários da Leitura do Evangelho do dia, em forma realmente de improviso, mas os materiais deles tirados dos estudos prévios e as concordâncias Bíblicas dos Santos Padres. Este seria melhor adaptado para o leitor comum, a forma anterior para o teólogo.


Criada: Maio de 2008, Atualizada: 21 de outubro de 2011.